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Polícia brasileira prende três pessoas em investigação sobre apostas ilegais; Justiça autoriza congelamento de bens no valor de R$ 154 milhões

Em 13 de outubro de 2026, a polícia de São Paulo, no Brasil, lançou a Operação Disque 151, visando duas plataformas suspeitas de apostas online ilegais. Três suspeitos foram presos, e um tribunal autorizou o congelamento de bens no valor de até R$ 154 milhões. Os investigadores estão analisando suspeitas de fraude financeira e lavagem de dinheiro, embora o valor efetivamente congelado e o desfecho judicial final ainda não tenham sido confirmados.

Um importante desdobramento na repressão criminal surgiu no setor de jogos de azar online do Brasil. Em 13 de outubro de 2026, a Polícia Civil de São Paulo, por meio do Departamento de Investigação Criminal (DEIC), lançou a Operação Disque 151 contra uma rede criminosa suspeita de operar plataformas ilegais de apostas online e de praticar fraudes financeiras. A operação abrangeu a cidade de São Paulo e Mogi das Cruzes, na região metropolitana. A mídia local informou que a polícia cumpriu três mandados de prisão e seis mandados de busca e apreensão, resultando na prisão de três suspeitos. Os investigadores estão analisando duas plataformas de apostas supostamente não autorizadas, mas as informações disponíveis não fornecem nomes de plataformas, entidades operadoras ou detalhes de licenciamento suficientemente comprovados. Portanto, o caso não deve ser atribuído a outras marcas de jogos de azar estabelecidas. A operação continua sendo uma investigação criminal, e as prisões não devem ser apresentadas como condenações criminais.
De acordo com informações divulgadas pela polícia por meio da mídia, a investigação durou aproximadamente dois anos e teve início a partir de reclamações de consumidores apresentadas ao Procon-SP, órgão de defesa do consumidor de São Paulo, relativas a prêmios de apostas não pagos. Posteriormente, os investigadores identificaram supostos esquemas financeiros envolvendo múltiplas camadas de contas, criados para ocultar a origem dos fundos e seus beneficiários finais. A polícia descreveu estruturas nas quais os depósitos dos clientes eram coletados em contas centrais antes de serem redistribuídos entre outras contas pessoais e corporativas. Um tribunal autorizou medidas de congelamento de bens contra pessoas físicas e jurídicas no valor máximo de R$ 154 milhões. No entanto, o valor autorizado representa um teto judicial e não significa que todos os fundos tenham sido efetivamente congelados ou recuperados. A polícia estima que a suposta rede de fraudes possa ter afetado aproximadamente 10 milhões de usuários. Esse número continua sendo uma estimativa da investigação, e não um número final comprovado de vítimas.

A operação ocorreu em um contexto de restrições significativas que afetam o mercado de jogos de azar no Brasil. O governo federal havia introduzido anteriormente medidas provisórias restringindo as apostas com odds fixas e as operações de cassinos online, enquanto aspectos do marco regulatório permanecem sujeitos a contestação judicial. A operação criminal em São Paulo, no entanto, tem como alvo uma rede específica suspeita de operações ilegais, fraude e lavagem de dinheiro. Ela não deve ser automaticamente interpretada como a implementação das restrições regulatórias em âmbito nacional. Para o setor de jogos de azar, o caso destaca a importância dos controles de contas de pagamento, do rastreamento de transações financeiras e da identificação dos beneficiários finais. Os próximos desdobramentos a serem acompanhados incluem a execução dos congelamentos de ativos autorizados, a identificação oficial das plataformas e pessoas jurídicas envolvidas, quaisquer acusações criminais formais apresentadas pelo Ministério Público e eventuais decisões judiciais. Novos alertas só devem ser emitidos após decisões judiciais substantivas, desdobramentos importantes na recuperação de ativos ou mudanças comprovadas na situação operacional.

Operação contra apostas ilegais no Brasil: três presos, congelamento de R$ 154 milhões autorizado

A polícia de São Paulo prendeu três suspeitos em uma investigação sobre apostas ilegais em 13 de outubro de 2026. Um tribunal autorizou o congelamento de ativos no valor de até R$ 154 milhões.